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quarta-feira, setembro 20, 2017

Mofo.

Como estava
Essa escova linda e que se guarda em pé, comprei na IKEA da Holanda.
E ela ficava na borda da pia para ser usada por mim.
Sim, porque as serviçais (Clarice e Luciana) não tem e não querem ter o hábito de usar escovas na lavagem de pratos e panelas.
Como está
Daí fui procurar no YOUTUBE que ensina tudo que se possa imaginar e vi que uma mistura de água sanitária e açúcar (as proporções estão no vídeo) limpa o mofo depois de umas 4 h.
Fiz tudo direitinho como manda o vídeo e minha escova linda e maravilhosa voltou a "brilhar" na minha cozinha.
Agora vou tirar o mofo de outras coisas.
Vamos lá?
A IKEA que me aguarde.
Breve chego por lá.
Liliane

domingo, setembro 17, 2017

Amo ler.

A única ponte para o futuro(Revista veja de 30 agosto 2017) escrito por João Cezar de Castro Rocha.
A referência ao livro Vidas Secas do grande Graciliano Ramos é sobre a falta de Educação que o país nunca conquistou.
O texto todo do João Cezar faz várias referências a alguns outros livros.


O inesquecível Daniel Piza.
São várias entrevistas reais e umas 2 imaginárias com Fernando Pessoa e Oscar Wilde.
Já li todas em 2003 quando comprei pela Internete.
Mas deu vontade de reler porque eu nunca me acostumei com a morte precoce do lindo e culto Daniel Piza.
Tenho impressão de que ainda vou receber algum email dele. 


Leio isso para me controlar nas compras feitas na Estante Virtual. Sou compradora de Sebos.

Hoje. O que ler? Por onde começar? O que reler? O que continuar?
Daniel Piza entrevistou autores que ele admirava.
E nessa publicação da 2a foto na entrevista com João Cabral de Melo Neto, foi feita quando o poeta já estava quase com 78 anos e que enxergava muito pouco e cada vez menos.
Ele, João Cabral, não podia fazer o que mais gostava.  

Aproveitar o domingo, lendo.

 Liliane

sexta-feira, setembro 15, 2017

Odeio populismo





Minha mãe dizia que "SEM ORDEM NÃO HÁ PROGRESSO."
E para se ter liberdade tem que se ter responsabilidade. 
O resto é conversa fiada.
 
Me enoja vê a nojeira que se transformou esse país que nunca detestei tanto, quanto agora.
Mas sei que o povo, é que é podre.
São eles que elegem esses nojentos.
Salvei do Facebook essa imagens.
Sinto nojo.
Liliane

quarta-feira, setembro 13, 2017

Perfumes

Oh! Uma maravilha. Nos outros.



Amo perfumes. 
De preferência os masculinos.
Não importa a marca se gosto do cheiro, compro.
Compro sempre nas viagens porque a propaganda diz que os perfumes importados tem um melhor tempo de duração.
E os preços são mais em conta quase sempre.
Se tem essa concentração (fixação), não notei ainda.
Mas vou comprando. E usando.
Estou abastecida de perfumes.
Mas não noto que seja "uma mulher perfumada".

Compro, de preferência os que são perfumes, em vez de colônias, porque dizem as "entendidas" que tem uma durabilidade maior, no corpo.
E que na fixação, são melhores.
Os perfumes não me amam, certamente.
Todo dia, em várias horas do dia, ponho perfume.
Imagino que saia ou que fique em casa, bem perfumada. 
Mas não me sinto assim.
Penso que depende de cada pele.
A minha é assim.

Coloquei na postagem, fotos aleatórias de perfumes e de colônias.
Porque os que compro são muitos e de várias marcas.
Não ligo para marcas. Ligo para os cheiros.
Esse "Oil da Coty" é uma delicia na hora que você abre o vidrinho.
Mas, como os outros, não duram.

Sei também que o que funciona para os outros não funciona para mim.
Liliane

terça-feira, setembro 12, 2017

Correndo com tesouras (running with scissors)

Brian Cox e Annette Bening
Jill Claybourgh

Assisti, ontem, esse delicioso filme baseado na vida do escritor americano Auguste Burroughs.
Um elenco grande mas de muitas "estrelas"

"1971. Augusten Burroughs (Jack Kaeding), um garoto de apenas 6 anos, se vê dividido entre pais problemáticos. 
Deirdre (Annette Bening), sua mãe, é uma poetiza que não tem livros publicados mas ainda tem esperança de que um dia isto acontecerá. 
Norman (Alec Baldwin), seu pai, é um professor de matemática alcoólatra que já muito tempo desistiu de entender sua esposa e o comportamento precoce do filho. 
Quando o casamento dos Burroughs se despedaça, Deirdre decide fazer terapia com o dr. Finch (Brian Cox), um psicólogo excêntrico e alternativo. 
A tentativa não dá certo e o casamento acaba. 
Deirdre passa a viver em um hotel e Augusten (Joseph Cross), já crescido, fica sob os cuidados da família Finch. Augusten tenta se aproximar dos integrantes de sua nova família, mas logo descobre que sua infância será um verdadeiro inferno."

No fim do filme, há a informação que o pai de Auguste voltou a se relacionar com o filho.
Mas a mãe que era louca, continuou louca e internada, certamente.
O psiquiatra , Brian Cox, louco de pedra (corram desse tipo)  teve sua licença médica cassada, provavelmente depois de fazer muita gente enlouquecer.

E foi bom rever a linda Jill Clayburg (já falecida) num pequeno papel.
Tem um elenco grande e de grandes estrelas.

Gostei muito.
Gosto de filmes com histórias possíveis.
Liliane


domingo, setembro 10, 2017

Enchentes

Enchente de terceiro mundo, na foto abaixo
Setembro é um mês de muito calor aqui no Recife.
Mas esse ano está diferente.
Temos tido chuvas e ventos muito fortes.
Estamos vivendo de janelas fechadas e economizando a energia que seria gasta com ar-condicionado.

Em cidades do Interior de Pernambuco, houve chuvas e alagamentos.
E eu não posso esquecer de lembrar que enchentes aqui é como essa imagem aí de cima..
O povo podre que joga lixos nas ruas, nos rios, nos canais, depois "passeiam" dementemente, se achando o máximo.
E culpam o governo pela podridão deles.
Tô fora!
Liliane

sábado, setembro 09, 2017

Tangerines

Os vizinhos Margus e Ivo








A plantação de tangerinas.
Assisti hoje cedinho esse maravilhoso filme de 2013 que concorreu a Oscar de melhor filme estrangeiro.
É um filme enxuto sem grande cenários e que mostra a vida dura de Margus, plantador de Tangerinas e de Ivo, que faz os caixotes de madeiras onde serão colocadas as tangerinas para serem vendidas.
Todos fugiram para Estônia.
Eles são os únicos que permanecem no local.
É um filme que mostra os horrores de uma guerra, a guerra civil na Geórgia de 1992 para se libertar não sei de quem.
Por suas terras vão passando e se matando uns aos outros, mercenários.
Muito bonito o filme e a amizades dos vizinhos (Margus e Ivo) e dos mercenários feridos que eles ajudam a salvar.

Liliane